Comunidade indígena tem apoio do Governo de Minas Gerais

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A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário (Seda) vai trabalhar para que integrantes de comunidades indígenas recebam a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). O documento é fundamental para que os agricultores familiares tenham acesso a políticas públicas, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Na safra passada, a agricultura familiar de Minas Gerais movimentou cerca de R$ 3 bilhões em recursos do programa.

“O Governo de Minas Gerais apoia a luta dos povos indígenas e tem trabalhado para atender suas principais demandas históricas”, disse nesta terça-feira (19) o secretário Glenio Martins.

Acompanhado do subsecretário de Acesso à Terra e Regularização Fundiária, Danilo Daniel Araújo, Martins participou das comemorações do Dia do Índio, na aldeia Geru Tucunã, da etnia Pataxó. Nome que significa: “Pássaro na palma do Tucum”, a aldeia dos índios Pataxó esta localizada em Açucena, na região do Vale do Rio Doce, em Minas Gerais.

Segundo Glenio Martins, um dos compromissos da Seda e da Comissão Estadual de Povos e Comunidades Tradicionais (CEPCT) com a aldeia é unir esforços para ampliar a discussão sobre a demarcação das terras.

Ele lembrou que a Seda mantém, por meio da Diretoria para Desenvolvimento Sustentável de Povos e Comunidades Tradicionais (PCTs), um canal permanente de diálogo.  Hoje, em Minas Gerais, já são reconhecidas 17 comunidades e povos tradicionais, entre eles os apanhadores de flores sempre viva, artesãos do barro e tecelãs, catingueiros, ciganos, congadeiros, extrativistas, faiscadores, garimpeiros, geraizeros, indígenas, pescadores artesanais, além de povos de circo, povos tradicionais de matriz africana, quilombola, ribeirinhos, vazanteiros e veredeiros.